Google remove extensões do Chrome para injeção de anúncios
Google remove extensões do Chrome para injeção de anúncios
postado por CONFIDENCE IT 15 de outubro 2018

Extensões Chrome para injeção de anúncios foram removidas pelo Google de sua loja on-line depois que os profissionais de marketing compraram o software de seus criadores e os usaram para inserir anúncios nos navegadores dos usuários.

As duas extensões – “Add to Feedly” e “Tweet This Page” – tiveram públicos relativamente pequenos, com menos de 100.000 usuários cada. Ambos foram atualizados sem informar os usuários e começaram a colocar anúncios em toda a web, chegando até mesmo a encontrar alguns na famosa página espartana do Google.

Por isso, trouxemos este artigo para mostrar aos amantes da tecnologia como se deram  as explicações dos criadores sobre o assunto explicando por que as extensões Chrome para injeção de anúncios foram removidas, gerando tantas dúvidas nos usuários. Confira todos os detalhes!

Extensões Chrome para injeção de anúncios removidas? Confira a forma como aconteceu

Amit Agarwal, o desenvolvedor por trás da extensão Add to Feedly, revelou em seu blog pessoal que ele havia vendido seu software para um comprador desconhecido, dizendo: “Foi uma oferta de quatro dígitos por algo que levou uma hora para ser criada e eu concordei em o acordo.”

Depois que a transação foi concluída, o novo proprietário aproveitou o recurso de atualização automática do Chrome, que permite que o navegador e sua extensão sejam atualizados sem o conhecimento do usuário.

Embora não seja certo se a extensão “Tweet esta página” também foi comprada por profissionais de marketing, ela também foi atualizada para veicular anúncios indesejados dos usuários, até mesmo alterar os resultados das pesquisas do Google para redirecionar os links para a página errada.

A sua finalidade

O jornalista de tecnologia Ron Amadeo sugere que estes são apenas dois exemplos de uma prática generalizada. Desenvolvedores independentes criam um software útil em um curto período de tempo e são tentados pelo pensamento de uma venda rápida.

No entanto, os compradores não têm interesse no software e só querem atrair o público-alvo da extensão, exibi-los e coletar a receita do anúncio.

Após a notícia de que esses dois aplicativos foram subvertidos dessa forma, um desenvolvedor responsável por uma extensão do Chrome chamada “Honey”, com quase 300.000 usuários, disse que isso era comum em uma postagem.

“No ano passado, fomos procurados por empresas de malware que tentaram comprar a extensão, empresas de coleta de dados que tentaram comprar dados de usuários e empresas de adware que tentaram fazer parceria conosco. Nós os recusamos todos”.

 A transparência e explicação

Não é incomum que as extensões ofereçam anúncios aos usuários, mas espera-se que os desenvolvedores sejam sinceros e não se inclinem para enganar os usuários, fazendo-os clicar nos anúncios. Ao remover o software ofensivo, o Google citou uma atualização recente de sua política de que o software deve ter “um propósito único” e ser “estreito e fácil de entender”.

Parece que não há uma maneira clara de bloquear esse tipo de prática, e tanto o Google quanto os usuários terão de estar atentos ao software alterado.

O usuário fica meio perdido com estas atitudes, mas estamos prontos para trazer a você, que gosta de tecnologia alguns assuntos como este que te deixarão por dentro do que acontece neste universo.

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